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segunda-feira, 14 de junho de 2010

ARTIGO CIENTÍFICO: AUTISMO- BREVE REVISÃO DE DIFERENTES ABORDAGENS

Indico este artigo científico por ser muito esclarecedor quanto às abordagens do estudo autismo. Escrito por uma das autoras que mais me utilizo para estudo.

Clique no nome do artigo para acessar o texto completo.

Bom início de semana para todos e lembrem-se:
ESTUDAR SEMPRE!!!!

Cleonice Bosa
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Maria Callias
Institute of Psychiatry – University of London, Inglaterra

O artigo examina diferentes abordagens no estudo do autismo: psicanálise, teoria afetiva, teoria da mente, teorias neuropsicológicas e de processamento da informação. As principais contribuições e limitações dessas abordagens são identificadas. Reivindica-se a necessidade de integração dos diferentes domínios e de investigações que incluam tanto as deficiências quanto as competências sociais dos indivíduos com autismo. Isso auxiliaria no reconhecimento das diferenças individuais ao longo do continuum autista.
Palavras-chave: Autismo; revisão; diferentes abordagens.
Cleonice Bosa é Psicóloga, especialista em Psicopedagogia Terapêutica, Mestre e, Pscologia  do Desenvolvimento pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e PhD em Pscologia pelo Instituto de Psquiatria, Universidade de Londres, Professora do PPG em  Psicologia do Desenvolvimento e da Personalidade da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Maria Callias é BA (Hons.), MA. MSC, PHd, em Psicologia Clínica, Professora e Psicóloga Clínica do Instituto de Psquiatria, University of London e Moudsley Hospital (até 1995). Atualmente, Chefe do Departamento de Psicologia Clínica da Infância e da Adolescência do St. George's Hospital, Londres, Inglaterra.

terça-feira, 13 de abril de 2010

ARTIGO NA ÍNTEGRA - RECONHECIMENTO FACIAL E AUTISMO

RECONHECIMENTO FACIAL E AUTISMO


Como havia prometido ao amigo Guilherme, hoje estou colocando aqui o link para artigo na íntegra, formato pdf. A leitura deste artigo traz importantes informações sobre como é a percepção de relações sociais de nossas crianças. Imprescindível para a criação ou atualização de métodos de tratamento.

Um grande abraço!
Amanda ** amandabueno.autismo@gmail.com
FRANCISCO B. ASSUMPÇÃO JR*, MARIA HELENA SPROVIERI**, EVELYN KUCZYNSKI***, VERA FARINHA****
RESUMO - Através da apresentação de quatro figuras com expressões faciais diversas, avaliamos a capacidade de reconhecimento de crianças autistas, comparando-as com crianças de inteligência normal e adultos normais. A comparação dos resultados obtidos foi realizada através do teste do qui-quadrado. As diferenças observadas mostraram-se significativas, reforçando a idéia de que existe uma dificuldade da percepção das expressões faciais nas crianças autistas, o que interfere diretamente nos relacionamentos sociais.

PALAVRAS-CHAVE: autismo, reconhecimento facial, prosopagnosia.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X1999000600008f

quarta-feira, 24 de março de 2010

ARTIGO NA ÍNTEGRA - INDICAÇÃO


Indicação de artigo. Link para artigo na íntegra em formato pdf. O autor estará presente em Curitiba para a ministrar a palestra: SINAIS PRECOCES DE TRANSTORNOS MENTAIS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA.
Dia 26/03/10.

Alexsandra V. EliasI; Francisco B. Assumpção JrII
IPsicóloga, Mestre em Ciências Médicas pela Universidade Estadual de Campinas (FCM-UMICAMP), Campinas SP, Brasil
IIPsiquiatra, Professor Livre Docente do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), São Paulo SP, Brasil 

RESUMO
OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida (QV) de crianças com transtornos invasivos do desenvolvimento.
MÉTODO: 20 meninos autistas, entre 4 e 12 anos, submetidos à escala de traços autísticos-ATA e a Vineland adaptive behavior scales, necessitando obter nesta, nível de desenvolvimento adaptativo igual ou maior que 70. Os dados sobre a QV foram obtidos pela Escala de Qualidade de Vida - AUQEI e comparados a partir da aplicação da Vineland e da AUQEI em 20 crianças normais, pareadas quanto a sexo e idade.
RESULTADOS: Os índices da Vineland sugerem que crianças normais apresentam melhor desempenho adaptativo do que crianças autistas (p=0,0196). Nos dados sobre QV, verificou-se que os índices gerais são iguais para ambos os grupos, indicando QV positiva (p=0,744), entretanto no subdomínio autonomia, crianças autistas apresentaram índices mais elevados (p=0,0048).
CONCLUSÕES: Crianças autistas apresentam índices QV iguais aos índices de crianças normais.
Palavras-chave: qualidade de vida, infância, autismo.

 Arq. Neuro-Psiquiatr. vol.64 no.2a São Paulo June 2006

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