terça-feira, 3 de julho de 2012

Bispo diz que menino autista receberá eucaristia de padre no RS


20/06/2012 12h51 - Atualizado em 20/06/2012 12h51
Mãe e pai ficaram revoltados com atitude do padre (Foto: Alexandre dos Santos/RBS TV)

Mãe e pai ficaram revoltados com atitude do padre
(Foto: Alexandre dos Santos/RBS TV)
O bispo da diocese de Montenegro, Dom Paulo De Conto, afirmou que o menino autista de 13 anos poderá receber a primeira eucaristia em Bom Princípio, no Rio Grande do Sul. No entanto, disse que se trata de "processo lento" porque a criança não entende o que acontece a sua volta. No último domingo (17), o garoto foi impedido de comungar por decisão do padre da Paróquia Nossa Senhora da Purificação. A situação revoltou a família e gerou polêmica na cidade de 11,8 mil habitantes.
"Todos nós acolhemos com muito carinho e amor as pessoas com deficiência. É um caminho do Evangelho. No caso em questão, a criança não atinava e o padre resolveu adiar a eucaristia. Nunca foi negado esse direito do menino", explica ao G1. "Ele será preparado e receberá a hóstia normalmente. Ainda não há data para isso acontecer, é um processo lento, mas o momento oportuno vai chegar, tenho certeza", afirma.
Ele será preparado e receberá a hóstia normalmente"
Dom Paulo De Conto
Questionado se haverá algum tipo de punição ou se de fato houve falta de bom senso do padre na ocasião, como alega a família do adolescente, o bispo desconversou. "Vou analisar o caso com mais calma para tirar minhas conclusões. Mas não há punição, de forma alguma. Ele não negou o direito da eucaristia, apenas adiou", ressalta. Dom Paulo De Conto pretende reunir a família e o pároco para desfazer a polêmica criada em torno do assunto.
A família está inconformada com a atitude do sacerdote, que afirma não ter sido movido pelo preconceito. De acordo com a mãe, Maria Silvani Maldaner, de 41 anos, o menino já estava na fila que se formava no interior da igreja quando o pároco disse que não iria deixar o garoto participar do ritual. O sacerdote afirma que o adolescente não estava preparado para entender o sentido da comunhão.
"O padre passou reto por mim e disse que meu filho não faria a primeira comunhão. Mas o guri já estava treinado, ele queria muito isso. Tu sabes o que é ter de segurar a mão de uma criança que ia receber Jesus e não vai por causa de um pároco?", lamenta a Silvani. O garoto, batizado pela Igreja Católica, participou das aulas de catequese junto com outras crianças na paróquia. A festa para o menino já estava preparada, e cerca de 90 pessoas haviam sido convidadas.
O padre Pedro José Ritter se defende e diz que a Igreja dispensa necessidade do rito da eucaristia em casos como esse. Ele chegou a ensaiar normalmente com o menino uma semana antes da cerimônia, que teria se negado a receber a hóstia. O sacerdote afirma que o adolescente não estava preparado para entender o sentido da comunhão. "Não posso abrir a boca dele com força e largar um pedacinho da hóstia lá dentro. Tem de ser um ato livre e espontâneo", sustenta.

domingo, 24 de junho de 2012

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domingo, 10 de junho de 2012

ATENÇÃO!!! Analise com critério as notícias sobre Autismo!!!

O Autismo tem sido um tema de pesquisa intensamente trabalhado. Isso se deve a vários fatores, porém os grandes focos de pesquisa tem sido os de base genética e os de prática clínica.

É muito comum recebermos notícias de resultados de pesquisas que preocupam bastante. Abaixo cito alguns dos milhares deles.

Sempre que esse tipo de resultado é publicado e veiculado por meios de comunicação eu recebo dezenas de emails, principalmente de mães, sobre o fato de finalmente terem descoberto a causa do Autismo de seus filhos. ATENÇÃO!!!!!!
Pesquisas são realizadas com todas as variáveis possíveis, e geram seus resultados baseados APENAS na população estudada. Uma pesquisa só é estendida para o todo de uma população baseada em critérios e acuidade completamente diferentes. Sempre que lermos resultados de pesquisas atentem para essas dicas:
1- Leiam a pesquisa no texto original.
2- Pesquise sobre o curriculum dos responsáveis pela pesquisa.
3- Analise o tamanho da população estudada.
4- Leia a opinião de especialistas sobre a pesquisa!
5- Leve uma cópia da pesquisa para os profissionais que atendem seu filho e peça uma opinião.

6-E mais importante de tudo: Uma MANCHETE NÃO REFLETE A REALIDADE!!!!


Um grande abraço,
Amanda Bueno
amandabueno.autismo@gmail.com
09/06/2012Antidepressivos na água potável podem contribuir para o autismoRedação do Diário da Saúde----------------------------------------


30/05/2012 - POR MINHA VIDA Febre durante a gravidez pode dobrar riscos de autismo no bebê, diz estudo - Medicamentos para tratar a condição na gestação podem prevenir o atraso de desenvolvimento da criança


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09 de abril de 2012 | 9h 17Estudo relaciona obesidade e diabetes durante a gestação ao autismoCondições metabólicas das mães influenciam no desenvolvimento de deficiências no bebê---------------------------------------


03/02/2012 - 17:10Filhos de pais mais velhos correm mais riscos de ter autismo, diz pesquisaChances da doença aumentam quando pai ou mãe têm mais de 35 anosOpinião do especialista: Adelino Amaral Silvapresidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA)


Para o médico presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), Adelino Amaral Silva, os maiores riscos de problemas de saúde em filhos de mães mais velhas já era algo conhecido, uma vez que os óvulos envelhecem junto com a mulher. "A idade da mulher está diretamente associada a riscos de problemas na hora da divisão celular, mas o real motivo para isso acontecer não está claro. O que sabemos é que a associação é algo recorrente", diz.
Porém, tais problemas durante a divisão celular acarretam doenças genéticas como a Síndrome de Down, por exemplo, o que não é o caso do autismo. Outra ressalva que Silva faz é em relação aos dados dos homens: "O espermatozoide é produzido a cada noventa dias, ou seja, sofre essa 'renovação' independentemente da idade do homem. Não são conhecidas associações entre problemas no embrião com a idade do pai", afirma o médico.
O presidente da SBRA afirma que não percebe, clinicamente, o aumento da incidência de autismo entre pais mais velhos. "Entretanto, se os resultados dessa pesquisa corresponderem à realidade, acredito que nada mudará na prática clínica, pois não será possível detectar quem terá ou não filhos autistas e os pais acima de 35 anos não deixarão de ter filhos devido ao risco", afirma.




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