domingo, 9 de setembro de 2012

Carly Fleischmann - Lançamento do Livro


Autism Light #1 is Carly Fleischmann.
A Backlight Encore!
Original Post: June 22, 2011




Carly and her Father Arthur Fleischmann
Carly Fleischmann is a teenage girl with autism who after years of being unable to communicate with the world is utilizing her computer keyboard to write and communicate with the world. Carly Fleischmann is from Toronto, Ontario, Canada and now that she has her voice is an effective proponent of autism awareness. Carly Fleischmann is an Autism Light for the way her assisted communication is opening a window into the thoughts of nonverbal people with autism. 
Carly's Voice website describes her amazing renaissance in this way:
At the age of two, Carly Fleischmann was diagnosed with severe autism and an oral motor condition that prevented her from speaking. Doctors predicted that she would never intellectually develop beyond the abilities of a small child. Although she made some progress after years of intensive behavioral and communication therapy, Carly remained largely unreachable. Then, at the age of ten, she had a breakthrough.
While working with her devoted therapists Howie and Barb, Carly reached over to their laptop and typed in "HELP TEETH HURT," much to everyone's astonishment. This was the beginning of Carly's journey toward self-realization (Source).
Awards: In June, 2008 she won the Multi-Cultural Achievement Award from MBC Global.
Carly's Voice: Carly Fleishchmann and her father Arthur Fleischmann co-authored the book Carly's Voice. It was published in April, 2012. The book may be ordered fromSimon & Schuster and you can read excerpts at Carly's website at http://www.carlysvoice.com/.  The following is a video trailer for the book.
20/20: This 20/20 news story from YouTube shows that Carly has a lot to say and also shows some snapshots of how professionals and parents interacted with her during this amazing breakthrough.
The Talk: Carly Fleischmann was interviewed by Holly Robinson Peete at The Talk in 2011. Holly Robinson Peete is Autism Light #100. Holly Robinson Peete has said, "Carly is--for me--autism's fiercest and most valuable advocate".
Other Articles: Here are some other news articles on Carly Fleischmann.
Social Media: You can follow Carly Fleischmann on the following social media:
Special thanks to Carly Fleischmann for being an Autism Light. It is her renaissance as a young lady with autism that inspired the beginning of the Autism Light blog series back on June 22, 2011. There might never have been an Autism Light blog if it wasn't for her story touching the blogger and autism father who created Autism Light. Here's wishing the best for Carly Fleischmann.  Something tells us we'll be hearing a lot more from her in the future.
Autism Light honors diverse heroes to the world of autism. Photos: The photos in this post were used with permission of Jessica Roth of Simon and Schuster.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Enterro do filho de Stallone: Ao invés de flores, doações para a Autism Speaks






Sage Stallone foi velado neste sábado, 21, em Brentwood, na Califórnia. O ator Sylvester Stallone, pai de Sage, foi confortado por amigos e familiares, que se despediram do diretor de cinema em um funeral privado na igreja de Saint Martin of Tours. Segundo site TMZ, Stallone estava acompanhado da mulher, Jennifer Flavin, e do irmão, Frank Stallone.
Sasha Czack, mãe de Sage, pediu que em vez de flores fossem feitas doações para a entidade Autism Speaks, que ajuda na pesquisa sobre o autismo. O irmão caçula de Sage, Seargeoh, é autista.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, depois da cerimônia na igreja, o caixão de Sage foi levado para o cemitério Westwood Village Memorial Park, em Los Angeles, onde ele será enterrado.
Em entrevista ao site TMZ, no dia 16, Stallone disse estar devastado com a perda: “Não há dor maior do que a perda de um filho. Portanto, imploro às pessoas para respeitarem a memória do meu talentoso filho e que tenham compaixão com a mãe dele, Sasha. A dor agonizante dessa perda será sentida por toda a nossa vida. Sage foi nosso primeiro filho e o centro do nosso universo. Estou humildemente implorando para que deixem a memória e a alma do meu filho em paz”, disse Sylvester Stallone
Sage foi encontrado morto em seu apartamento na sexta-feira, 13, pela namorada. A autópsia no corpo do ator foi concluída no domingo, 15, mas em entrevista à CNN, um representante do delegado disse que a polícia precisará de mais dois meses para determinar a causa da morte de Sage. Isso porque o resultado do exame toxicológico só deve sair daqui a seis semanas.
Especula-se que Sage tenha morrido por overdose de medicamentos, mas seu advogado e amigo George Braunstein disse que o filho de Stallone nunca deu sinais de que fazia uso ou de que era viciado em remédios controlados, e que ele não costumava beber.
Início da carreira ao lado do pai
Sage Stallone estreou no cinema ao lado do pai em 1990 em “Rocky 5″, quando fez o papel do filho do lutador.
Sage trabalhava como diretor de cinema e atuou no filme “Daylight”, em 1996. Stallone, que tem mais quatro filhos (Sargeoh, Sophia, Sistine e Scarlet), estaria arrasado com a morte de Sage. Sage era filho de Sasha Czac, primeira mulher de Stallone, assim como Sargeoh. Já Sophia, Sistine e Scarlet são filhas da segunda mulher do ator, Jennifer Flavin.

domingo, 22 de julho de 2012

Medicamento oral reverte sintomas de desordem relacionada ao autismo

Camundongos tratados com a droga CincY apresentaram melhoria nas habilidades cognitivas, na aprendizagem espacial e na memória


Foto: University of CincinnatiJoe Clark, responsável pelo estudo




Cientistas dos Estados Unidos descobriram que uma droga oral originalmente aplicada no tratamento do câncer é capaz de reverter um transtorno do espectro autista caracterizado por comprometimento cognitivo grave.Os resultados, divulgados no Journal of Clinical Investigation, revelam que camundongos tratados com o medicamento CincY apresentaram melhoria nas funções cognitivas, incluindo o reconhecimento de objetos novos, aprendizagem espacial e memória.A desordem, a deficiência de transportador de creatina (DTC) é causada por uma mutação na proteína transportadora de creatina que resulta no metabolismo deficiente de energia no cérebro. Ligada ao cromossomo X, ela afeta meninos mais severamente, as mulheres são portadoras e passam os genes para os filhos.Os cérebros de meninos com CTD não funcionam normalmente, resultando em déficits graves de fala, atraso no desenvolvimento, convulsões e retardo mental profundo. Estima-se que atualmente a condição afete cerca de 50 mil homens nos Estados Unidos.A equipe, liderada por Joe Clark da Universidade de Cincinnati descobriu um método para trata a condição com Cyclocreatina, também conhecida como Cincy, um análogo da creatina originalmente desenvolvido como um complemento ao tratamento do câncer. Eles então trataram ratos geneticamente modificados com a doença humana."Cincy entrou com sucesso no cérebro e inverteu os sintomas de retardo mental nos camundongos, com benefícios observados após nove semanas de tratamento. Ratos tratados apresentaram uma melhoria profunda nas habilidades cognitivas, incluindo o reconhecimento de objetos novos, a aprendizagem espacial e a memória sme nenhum efeito colateral", afirma Clark.Como uma droga reutilizada (originalmente desenvolvida para outra terapia), Cincy já passou pelo processo de aprovação. Ela é tomada por via oral como um comprimido ou em pó.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Surfe é usado como terapia para jovens excepcionais


Surfe vem sendo usado como terapia na Inglaterra (Foto: Discovery Surf School/Divulgação)Surfe vem sendo usado como terapia na Inglaterra
(Foto: Discovery Surf School/Divulgação)
A prática de surfe está sendo promovida na Grã-Bretanha como terapia, em escolas especializadas, para jovens excepcionais.
Um dos alunos da escola Discovery Surf School, em Devon, na costa sul da Inglaterra é Archie Pollock, 13 anos, que tem uma forma severa de autismo.
Ele mal fala ou escreve, não consegue permanecer quieto e se recusou a comer carne, peixe ou verduras durante anos. Archie gosta de aproximar das pessoas e farejá-las e não pode ser deixado sozinho.
Há dois anos, a mãe de Archie, Christianne, ficou sabendo as aulas na Discovery e levou o filho.
Depois de negociar com Archie o uso do macacão para surfar nas águas geladas costa britânica, já que ele não suporta roupas apertadas, o menino começou a ter sessões semanais de surfe.
Segundo Christianne, depois de começar a surfar, Archie ficou mais relaxado e tranquilo na presença de outras pessoas.
"No ano passado ele surfava durante todo o tempo livre que tinha. Ele estava relaxado e nós estávamos relaxados. Foram as primeiras férias (em família) que nós realmente aproveitamos".
A mãe do menino acredita que a exposição ao vento e às ondas ajudou Archie.
"Ele gosta dos elementos. Ele é muito sensorial e eu imagino que o surfe forneça isto [sensações]", disse.
Veteranos
Há vários anos, na Grã-Bretanha, membros das Forças Armadas que sofriam de transtorno de estresse pós-traumático disseram que a prática do surfe aliviava sintomas do transtorno.
Várias escolas de surfe do país agora estão aceitando crianças com autismo, paralisia cerebral e síndrome de Down.
Jovens com síndrome de Down usam o surfe como terapia (Foto: Wave Project/BBC)Jovens com síndrome de Down usam o surfe como
terapia (Foto: Wave Project/BBC)
Mas, para Matthew White, pesquisador do Centro Europeu para o Meio Ambiente e Saúde Humana, na Cornualha, não há provas conclusivas dos benefícios do surfe para estes casos.
"É por estar na água, pela atividade física, é a qualidade dos instrutores, é melhor que qualquer terapia com arte, montaria em cavalos ou ficar em casa assistindo a [seleção de futebol da] Inglaterra vencer a Ucrânia enquanto bebe uma cerveja?" questiona o pesquisador.
"Nós simplesmente não sabemos, pois não foi feito nenhum estudo de controle", acrescentou.
O Centro Europeu para o Meio Ambiente e Saúde Humana trabalhou com a empresa de surfe baseada na Cornualha Global Boarders, que dá aulas para crianças que foram excluídas de escolas.
White conta que estas aulas trouxeram "mudanças positivas" nas atitudes e comportamentos das crianças.
"Temos algumas ideias de por que isto aconteceu, mas não é uma solução rápida e mágica. Vai depender muito do profissionalismo e dedicação dos [professores] que participam do programa e não vai funcionar com todo mundo".
"Como um entusiasta do surfe, porém não muito bom, posso ver onde estão os benefícios, mas... não deveríamos confundir palpites com provas", afirmou.
Competição
Na semana passada mais de 40 competidores participaram em Newquay, na Cornualha, do que pode ter sido o primeiro torneio de surfe para pessoas com problemas de aprendizado.
O organizador do torneio, o Wave Project, fez um programa de seis semanas com verbas do serviço público de saúde britânico, o NHS, em 2010 para analisar o efeito do surfe em pessoas com problemas de saúde mental.
O relatório produzido concluiu que, por 49 libras (quase R$ 158) por pessoa, por aula, o surfe "vai fornecer um retorno social positivo para o investimento", mas afirma também que é preciso fazer mais pesquisas.
Agora o Wave Project tenta conseguir verbas do NHS para que um assistente de pesquisa analise os benefícios no longo prazo.
"É difícil justificar (o pedido) quando as pessoas estão perdendo o emprego, mas se economizar dinheiro no longo prazo reduzindo o custo dos tratamentos de saúde mental, valerá a pena", afirma Joe Taylor, coordenador do Wave Project.
Para Christianne Pollock, mãe de Archie, não há dúvidas de que a proposta é válida.
"Depois de anos de atividades que duravam no máximo alguns minutos, ver Archie encontrar algo que ele faz feliz durante horas ainda me emociona", disse
.

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