segunda-feira, 7 de setembro de 2015

MANUAL ABA GRATUITO - Ajude-nos a Aprender, Kathy Lear

Olá a todos! Que saudades!

       Estou retomando as postagens no blog! Depois de algum tempo distante pelo nascimento do meu segundo filho, Sami, resolvi que devo voltar a compartilhar conhecimentos e experiências com o público em geral. 
      Meu foco sempre foram as famílias, mas de um tempo pra cá me envolvi muito com supervisão e treinamentos. Pude perceber como o mercado está em falta de profissionais qualificados e supervisionados e em sobra de profissionais que dizem trabalhar com a ABA sem possuíriem background pra isso. Preocupante!
      Percebo uma explosão de cursos "tabajara" em ABA, propondo formação. A formação em ABA em hipótese alguma pode ser feita através de um curso. O processo é longo e criterioso (em outro momento abordarei isso).
     Bom, por hoje compartilho com vocês esse manual que em minha opinião é artigo básico! A linguagem é perfeita para as famílias! Manual de Análise Aplicada do Comportamento com foco para terapias em casa (as melhores!). 
     Vale ressaltar que é um introdutório impecável e em português!
Abraços!!!
Amanda Bueno


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Caminhos do Autismo - Loja




Olá queridos leitores!

Estaremos oferecendo alguns produtos para venda em nossa Page no Facebook e em nosso Blog. São produtos que auxiliam as terapias, e no desenvolvimento de pessoas no espectro do Autismo. Em Breve teremos ótimas novidades, esperamos poder oferecer mais um atributo além da informação e comunicação!


 Caminhemos Juntos!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Pais de crianças com autismo usam aplicativos em tablets para estimular a comunicação

Pais de crianças com autismo usam aplicativos em tablets para estimular a comunicação
Marie Dorion,39, e os filhos Luis (à esq.), 7, e Pedro, 9, em sua casa em Jundiaí, SP
O tablet é uma espécie de melhor amigo e babá de Pedro, 9. O iPad se converteu também em uma janela de comunicação entre ele e o irmão caçula, Luiz, 7.
Os dois têm autismo, transtorno de desenvolvimento que se manifesta pela dificuldade de comunicação e de interação social.
Logo ao acordar, Pedro aciona um aplicativo, o First Then, indicado por um terapeuta americano, que o ajuda a organizar a rotina.
As imagens vão se sucedendo a um simples toque: ir ao banheiro, escovar os dentes, tirar o pijama.
“O iPad ajuda o Pedro, que tem um grau mais severo de autismo, a não se perder entre uma atividade e outra. Antes ele colocava a camiseta, mas se distraía”, diz a mãe dos garotos, a relações públicas Marie Dorion, 39.
Agora, antes de ir para a escola, Pedro aciona o aplicativo e vai ticando as atividades, como amarrar o tênis. “Não esquece mais a mochila”, diz Marie.
A família, que mora em um condomínio em Jundiaí (interior de SP), encontrou no tablet um aliado tanto nas tarefas corriqueiras quanto na hora de brincar. “Eles contam piadas um pro outro e se divertem”, conta a mãe.
A jornalista Silvia Ruiz, 42, também aposta no auxílio da tecnologia para facilitar a vida escolar do filho Tom, 3. Com o iTouch, o garoto indica quando quer ir ao banheiro, por exemplo. “Tom voltou a falar graças ao uso do tablet como reforçador da terapia.”
Como o filho tinha interesses muito restritos e não ligava para brinquedos, os pais e a terapeuta passaram a usar o tablet para incentivá-lo a fazer as tarefas e a falar. “A gente diz: ‘Você vai fazer esse quebra-cabeça e depois pode brincar no iPad’.” Tem funcionado.
WORKSHOPAutor do livro “Autismo, Não Espere, Aja Logo” (Ed. M.Books, 136 págs. R$ 42), Paiva Júnior é outro entusiasta do tablet. Pai de Giovani, 5, ele usa o aplicativo Desenhe e Aprenda a Escrever, que custa US$ 2,99, para ajudar o filho na coordenação motora para a escrita fina.
“É um aplicativo que faz a criança escrever as letras de uma forma lúdica, comandando um bichinho que come bolos”, explica.
Outro programa que tem dado resultado é o Toca Store. “É um brinquedo virtual que facilita o ensino de como funciona o uso do dinheiro.”
A experiência positiva em casa fez Paiva começar a promover workshops sobre a utilização de iPad por autistas voltados para pais, profissionais e estudantes.
“O iPad não faz mágica nem vai melhorar a criança com autismo sozinho. É preciso sempre dar orientação, estar junto”, afirma Paiva.
Segundo ele, o mais importante é migrar para o mundo real. “Se ficarmos somente no iPad, vamos incentivar o isolamento, uma das principais características do autismo que queremos extinguir.”
O pai cita o exemplo doméstico. “Giovani começou a gostar de quebra-cabeça no iPad. Quando estava montando bem, comprei vários de verdade e montamos juntos no chão inúmeras vezes.”
Especialista no tratamento de crianças com autismo, a psicóloga Taís Boselli diz que o “iPad ajuda na comunicação, apesar do temor de que se transforme em comunicação alternativa e impeça as crianças de falar”.
Boselli ressalta a importância de estímulos precoce para melhorar o quadro, em especial os visuais. “Quando lhes damos um recurso visual, eles conseguem se comunicar. Por isso o sucesso do iPad no tratamento.”
ELIANE TRINDADECOLABORAÇÃO PARA A FOLHAFonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1255768-pais-de-criancas-com-autismo-usam-aplicativos-em-tablets-para-estimular-a-comunicacao.shtml

A Potential Cause of Autism? Key Enzymes Are Found to Have a ‘Profound Effect’ Across Dozens of Genes Linked to Autism

 
Topoisomerase inhibitors reduce the expression of long genes in neurons, including a remarkable number of genes implicated in Autism Spectrum Disorders — 200 kb is four times longer than the average gene. (Credit: Concept: Mark Zylka. Illustration: Janet Iwasa.)




Aug. 28, 2013 — Problems with a key group of enzymes called topoisomerases can have profound effects on the genetic machinery behind brain development and potentially lead to autism spectrum disorder (ASD), according to research announced today in the journal Nature. Scientists at the University of North Carolina School of Medicine have described a finding that represents a significant advance in the hunt for environmental factors behind autism and lends new insights into the disorder’s genetic causes.
“Our study shows the magnitude of what can happen if topoisomerases are impaired,” said senior study author Mark Zylka, PhD, associate professor in the Neuroscience Center and the Department of Cell Biology and Physiology at UNC. “Inhibiting these enzymes has the potential to profoundly affect neurodevelopment — perhaps even more so than having a mutation in any one of the genes that have been linked to autism.”
The study could have important implications for ASD detection and prevention.
“This could point to an environmental component to autism,” said Zylka. “A temporary exposure to a topoisomerase inhibitor in utero has the potential to have a long-lasting effect on the brain, by affecting critical periods of brain development. “
This study could also explain why some people with mutations in topoisomerases develop autism and other neurodevelopmental disorders.
Topiosomerases are enzymes found in all human cells. Their main function is to untangle DNA when it becomes overwound, a common occurrence that can interfere with key biological processes.
Most of the known topoisomerase-inhibiting chemicals are used as chemotherapy drugs. Zylka said his team is searching for other compounds that have similar effects in nerve cells. “If there are additional compounds like this in the environment, then it becomes important to identify them,” said Zylka. “That’s really motivating us to move quickly to identify other drugs or environmental compounds that have similar effects — so that pregnant women can avoid being exposed to these compounds.”
Zylka and his colleagues stumbled upon the discovery quite by accident while studying topotecan, a topoisomerase-inhibiting drug that is used in chemotherapy. Investigating the drug’s effects in mouse and human-derived nerve cells, they noticed that the drug tended to interfere with the proper functioning of genes that were exceptionally long — composed of many DNA base pairs. The group then made the serendipitous connection that many autism-linked genes are extremely long.
“That’s when we had the ‘Eureka moment,’” said Zylka. “We realized that a lot of the genes that were suppressed were incredibly long autism genes.”
Of the more than 300 genes that are linked to autism, nearly 50 were suppressed by topotecan. Suppressing that many genes across the board — even to a small extent — means a person who is exposed to a topoisomerase inhibitor during brain development could experience neurological effects equivalent to those seen in a person who gets ASD because of a single faulty gene.
The study’s findings could also help lead to a unified theory of how autism-linked genes work. About 20 percent of such genes are connected to synapses — the connections between brain cells. Another 20 percent are related to gene transcription — the process of translating genetic information into biological functions. Zylka said this study bridges those two groups, because it shows that having problems transcribing long synapse genes could impair a person’s ability to construct synapses.
“Our discovery has the potential to unite these two classes of genes — synaptic genes and transcriptional regulators,” said Zylka. “It could ultimately explain the biological mechanisms behind a large number of autism cases.”
The study’s coauthors include Benjamin Philpot (co-senior author), Terry Magnuson, Ian King, Chandri Yandava, Angela Mabb, Hsien-Sung Huang, Brandon Pearson, J. Mauro Calabrese, Joshua Starmer and Joel Parker from UNC and Jack S. Hsiao and Stormy Chamberlain of the University of Connecticut Health Center.

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