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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

VÍDEO: A VIAGEM DE MARIA. Caminhos do Autismo no Youtube

TOC, TOC!
Vocês lembram que o blog tem um canal no You Tube???
Coloquem nos seus favoritos e vejam nossas atualizações!





Sentei em frente ao computador para atualizar o blog rapidinho e se passaram 2 horas e vinte minutos e não consigo parar... Que férias que nada!

A Viagem de Maria

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Caminhos do Autismo no Picasa e no You Tube!

Bom dia amigos!

Gostaria de dividir com vocês outros trabalhos do Caminhos do Autismo!
Afinal a caminhada não é apenas aqui!

Nosso web álbum de atividades e dicas visuais. É uma compilação dos melhores álbuns do Picasa. Aproveito para agradecer a todos que disponibilizam suas galerias como públicas, o que permitiu esta compilação. A informação é de todos!

Acessem neste endereço e baixem TUDO!!
http://picasaweb.google.com.br/amandabueno.autismo
Aqui abaixo uma print do álbum.



YOU TUBE


Nosso canal no you tube!
Videos relacionados ao Autismo.
Músicas que beneficiam o tratamento, vídeos de notícias, vídeos de programas e entrevistas relacionados ao tema. 

Acesse neste endereço:
http://www.youtube.com/CaminhosdoAutismo




Um grande abraço e bom proveito!
*amandabueno.autismo@gmail.com

sábado, 6 de março de 2010

AUTISTAS FAMOSOS - DRA. TEMPLE GRANDIN

TEMPLE GRANDIN




Até os três anos e meio, Temple só se comunicou por intermédio de gritos, assobios e murmúrios de boca fechada. Sua mãe percebeu que já aos seis meses ela não se aninhava no colo: ficava rígida, rejeitava o corpo que queria abraçá-la. Na escola, batia na cabeça das outras crianças. Em vez de argila ou massinha sintética, usava as próprias fezes para modelar e espalhava suas criações pelo quarto. Às vezes ignorava sons altíssimos, mas reagia com violência aos estalidos de uma folha de celofane. O cheiro de uma flor recém-colhida podia deixá-la descontrolada ou fazê-la refugiar-se em seu mundo interior. Somente quando já tinha quase trinta anos conseguiu dar um aperto de mão e olhar nos olhos de outra pessoa. Construiu uma "máquina de abraço" para pressioná-la sem o desconforto intenso que um outro corpo humano provoca nela. O grau de autismo de Temple Grandin não é o mais alto, e por isso o mundo que ela criou não se parece com uma fortaleza onde ninguém pode entrar. Temple se tornou uma profissional extremamente bem-sucedida. Projeta equipamentos e instalações para a pecuária. Todos os corredores e currais que desenha são redondos, pois o gado tem mais facilidade em seguir um caminho curvo - primeiro porque, não vendo o que há no fim do caminho, fica menos assustado; segundo porque o desenho curvo aproveita o comportamento natural do animal, que é descrever círculos. Ela faz uma analogia: com as crianças autistas é preciso agir do mesmo modo, isto é, trabalhando a favor delas, ajudando-as a descobrir e desenvolver seus talentos ocultos. De certa forma, esta autobiografia nos diz que as pessoas todas podem se tornar menos "estranhas".

TEMPLE GRANDIN - O FILME









Quer ver mais vídeos de Temple Grandin?
Acesse nosso canal no You tube! http://www.youtube.com/user/CaminhosdoAutismo

LIVRO:
UMA MENINA ESTRANHA - TEMPLE GRANDIN 
Autobiografia da engenheira e bióloga Temple Grandin, que bem cedo foi diagnosticada como autista. Conversando com o neurologista Oliver Sacks, ela pronunciou uma frase que dá bem a medida de como o mundo lhe parece estranho: "A maior parte do tempo eu me sinto como um antropólogo em Marte".


Sites oficiais:
http://www.templegrandin.com/
http://www.grandin.com/

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

MÚSICA E MUSICOTERAPIA NO TRATAMENTO DO AUTISMO

Links, notícias e indicações a respeito de música e musicoterapia no tratamento do autismo.
O assunto é abordado por conta de um comentário que recebi hoje no blog. Foi de um professor de música do Rio de Janeiro, que espero, possa compartilhar conosco suas experiência com seu mais novo aluno.
Obrigada por desejar caminhar conosco e espero que as dicas auxiliem.


Não deixem de assistir os vídeos do grupo RAINBOW 0804, grupo de percussão formado por autistas (vídeo na barra de videos e no final do post). E nossos vídeos favoritos também: http://www.youtube.com/user/CaminhosdoAutismo
Um grande abraço a todos!!
Amanda Bueno

 Folha Online
A área de atuação do musicoterapeuta é diversificada.  
Pode se dedicar a autistas, deficientes mentais, pessoas com distúrbios neurológicos,
empresas, escolas ou meninos de rua.

A musicoterapia aplicada em autistas tem dado resultados positivos. A música é a única ponte de comunicação possível para os portadores deste tipo de transtorno neurológico.
Nesses pacientes, a música não verbalizada é decodificada no hemisfério direito do cérebro (subjetivo e emotivo). Ela se move até o centro de respostas emotivas, localizado no hipotálamo, e passa para o córtex (responsável pelos estímulos motores e do intelecto).
Os sons verbais, no entanto, não "funcionam" dessa forma porque são registrados no hemisfério esquerdo, na região cortical (analítica e lógica) diretamente do aparelho auditivo. Em resumo, no autista, a música atinge em primeiro lugar a emoção para depois passar para reações físicas, como o batucar, por exemplo, nas pessoas normais. Dessa forma, o autista consegue interagir com o terapeuta. Pacientes que sofreram lesão do lado direito do cérebro, podem ter a percepção melódica comprometida. O tratamento com musicoterapia, nesse caso, utiliza estímulos sonoros nas adjacências da área lesada, que criará novas conexões cerebrais.
Em casos com pacientes em coma, os resultados também foram bons. Com fones de ouvido, o paciente ouve fitas gravadas com vozes das pessoas queridas, músicas preferidas, sons da casa e da natureza. Os depoimentos de pessoas que saíram do coma confirmaram o auxílio da musicoterapia: elas tinham as lembranças reavivadas com os sons, o que motivava o indivíduo a viver.
A terapia também atua em hospitais, principalmente no auxílio a crianças emocionalmente instáveis, portadoras de doenças graves. Crianças que desenvolveram câncer, por exemplo, fazem uma sessão de musicoterapia antes de serem "bombardeadas" pela quimioterapia.
Na área social, há iniciativas com meninos de rua que visam trabalhar a auto-estima, aumentar a confiança e ensinar a se autovalorizem. (Jorge Blat)

Fontes: Maristela Pires da Cruz Smith, presidente da Associação de Profissionais e Estudantes de Musicoterapia do Estado de São Paulo, e Conceição Rossi, musicoterapeuta e terapeuta holística da Endocrino-Clínica de São Paulo.

MUSICOTERAPIA


Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas.
A Musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor organização intra e/ou interpessoal e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento.

Qualquer pessoa é susceptível de ser tratada com musicoterapia. As mais indicadas são aquelas pessoas virgens de conhecimentos musicais, em que há maior facilidade para se introduzir no contexto não-verbal. Particularmente são indicados no autismo e na esquizofrenia, onde a musicoterapia pode ser a primeira técnica de aproximação. O paciente com conhecimentos musicais prévios pode entrar em confronto com o musicoterapeuta, e é difícil romper com as defesas musicais ao pretender trabalhar com seus aspectos mais regressivos.
A musicoterapia é aplicável ainda em outras situações clínicas com certas adaptações, pois atua fundamentalmente como técnica psicológica, ou seja, reside na modificação dos problemas emocionais, atitudes, energia dinâmica psíquica, que será o esforço para modificar qualquer patologia física ou psíquica. Pode ser também coadjuvante de outras técnicas terapêuticas, abrindo canais de comunicação para que estas possam atuar eficazmente.


Aqui seguem indicações para interessados no assunto:

Marisa do Carmo Prim Padilha  - Tese de Mestrado


Leomara Craveiro de Sá


Vídeo Raibow 0804




Notícias relacionadas ao assunto:



terça-feira, 19 de janeiro de 2010

AUTISTAS FAMOSOS - STEPHEN WILTSHIRE

STEPHEN WILTSHIRE





 


Fonte: http://www.stephenwiltshire.co.uk/
Tradução: Amanda Bueno
Stephen Wiltshire é um artista que desenha e pinta paisagens detalhadas. Ele tem um talento especial para o desenho realista, representações precisas das cidades, às vezes, tendo observado apenas por pouco tempo.


Stephen nasceu em Londres, em 24 de abril de 1974. Quando criança, não falava, e não se relaciona com outras pessoas. A partir dos três anos, ele foi diagnosticado como autista. Não possuía linguagem e vivia imerso em seu próprio mundo.

Quando tinha cinco anos, Stephen foi enviado para Queensmill School, em Londres, onde se percebeu que o único passatempo que lhe dava prazer era desenhar. Logo se tornou evidente que ele se comunicava com o mundo através da linguagem do desenho; animais primeiro, depois os carros de Londres, e finalmente edifícios. Estes desenhos mostravam uma perspectiva magistral e revelavam um talento natural.

Aos oito anos, Stephen começou a desenhar arranha-céus depois que os efeitos de um terremoto (imaginário), como resultado de ter visto fotografias de terremotos em um livro na escola. Ele também se tornou obcecado com ilustrações de carros clássicos americanos (o seu conhecimento era de enciclopédias), e ele desenhou a maioria dos marcos de Londres.

Os professores da Escola Queensmill o encorajaram a falar retirando temporariamente seus instrumentos de desenho para forçá-lo a solicitar o que desejava. Stephen respondeu fazendo sons e, eventualmente, proferiu a sua primeira palavra - "papel". Ele aprendeu a falar completamente aos nove anos de idade.

Em 1987, o programa da BBC QED, "The Foolish Wise Ones ', mostrou o talento surpreendente de Stephen. Ele foi apresentado por Sir Hugh Casson (ex-presidente da Royal Academy), que o descreveu como "o melhor artista infantil na Grã-Bretanha". Trabalho de Stephen desde então tem sido objeto de inúmeros programas de televisão ao redor do mundo. Seu trabalho foi publicado e discutido em muitos livros, e seu próprio livro (terceiro de sua autoria) “Cidades Flutuantes” (1991) foi número um na lista dos mais vendidos da Sunday Times.

Enquanto isso, obras de arte Stephen estavam sendo exibidos com freqüência em locais de todo o mundo. Em 2001, ele apareceu em um documentário da BBC, "Fragmentos de um Gênio", pelo qual ele foi filmado sobrevoando Londres a bordo de um helicóptero e, logo após desenhar de maneira perfeita uma ilustração de uma aérea de quatro milhas quadradas no prazo de três horas. Seu desenho incluía 12 marcos históricos e 200 outras estruturas.

Em outubro e novembro de 2003, milhares se reuniram à Orleans House Gallery, em Twickenham, perto de Londres, na Inglaterra, para ver a primeira grande retrospectiva da obra de Stephen. A exposição abrangeu o período de 20 anos, de 1983 a 2003, e era composta por 150 exemplos de desenhos de Stephen, pinturas e gravuras.

Em maio de 2005, logo após um curto passeio de helicóptero sobre Tóquio, ele desenhou uma vista panorâmica da cidade em uma lona de 10 metros de comprimento, a partir da memória. Após isso desenhou Roma, Hong Kong, Frankfurt, Madrid, Dubai, Jerusalém, Londres e Nova York. em telas gigantes. Ele completou sua obra-prima no Pratt Institute, faculdade de arte e design, em Nova York em outubro de 2009.

Em janeiro de 2006, foi anunciado que Stephen estava sendo nomeado pela Rainha Elizabeth II como Membro do Império Britânico, em reconhecimento dos seus serviços ao mundo da arte. Mais tarde, naquele ano ele abriu sua galeria permanente em Londres. Trabalho de toda a carreira Stephen está permanentemente em exposição, juntamente com os originais novas e estampas disponíveis para venda na Galeria de Stephen Wiltshire na Royal Opera Arcade, Pall Mall, Londres.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

TURMA DA MÔNICA



Pra quem ainda não conhece!



Se alguém desejar eu tenho a revista digitalizada.  Deixe um comentário com seu email e eu envio!






André - Personagem Autista da Turma da Mônica

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