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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Vermes contra o autismo por Alysson Muotri


por Alysson Muotri |


Casos como o de um pai de uma família americana em Nova York, que luta pra encontrar um caminho que possa atenuar os efeitos do espectro autista em seu filho, são cada vez mais comuns. O filho, Lawrence, com 13 anos, foi diagnosticado com dois anos de idade e em pouco tempo já não se entrosava socialmente, exibia um comportamento repetitivo. Com os anos, sua personalidade foi ficando cada vez mais agressiva: batia a própria cabeça na parede, mordia os colegas e demonstrava muita ansiedade e agitação. Difícil pra família, pior para Lawrence.
O pai, Stewart, tentou diversos tratamentos. Começou buscando terapia do comportamento, modificações na dieta, terapia musical e, por fim, diversas combinações de medicamentos. Na maioria das vezes, a melhora era temporária e o tratamento deixava de fazer efeito após um curto período de tempo.
Como muitos pais, Stewart procurou por alternativas fora da medicina convencional. No entanto, ao invés de seguir métodos sem uma base racional, ele começou a pesquisar em sites como o PubMed por literatura especializada, que traria informações e pesquisas cientificas sobre os tipos de sintomas apresentados pelo seu filho.
Numa dessas buscas, deparou-se com o trabalho de um grupo de pesquisadores que conseguiu tratar pacientes com a doença de Crohn, usando vermes de porcos conhecidos como Trichuris suis. Como outras doenças autoimunes, o sistema imunológico do próprio paciente ataca as paredes intestinais, levando à formação de úlceras e a desconforto.
Nesse caso, os parasitas do porco estariam modulando a resposta imunológica, diminuindo a inflamação (Summers e colegas, Gut, 2005). Stewart também encontrou evidências de que alguns dos sintomas presentes no autismo podem ser frutos de um ataque imunológico em células da glia no cérebro (Vargas e colegas, Annal Neurol 2005).
Para ele não foi difícil juntar os pontos: os vermes do porco poderiam também ajudar na modulação imunológica de seu filho. Sem medo do ridículo, escreveu uma pequena revisão e apresentou suas ideias a um grupo que pesquisava autismo no Albert Einstein College of Medicine. Os pesquisadores acharam inusitado, mas concluíram que valia a pena testar a hipótese. Através desse grupo, Stewart consegui comprar ovas de T. suis para tratamento de uma empresa europeia chamada OvaMed.
Stewart também conseguiu permissão do FDA americano para testar a droga em seu filho, sob supervisão dos pesquisadores e médicos. Cada frasco carrega 2.500 ovas e é, em geral, consumido a cada duas semanas, com um custo de 600 euros por mês. Depois de ingeridas, as ovas tentam se alocar no intestino humano. Encontrando um ambiente hostil, a maioria morre. As ovas que sobrevivem dão origem a larvas que persistem no intestino por alguns dias. É nesse estágio que acontece a modulação do sistema imunológico.
Não se sabe ainda exatamente como isso acontece, as bases moleculares do fenômeno estão sendo pesquisadas. As larvas sobreviventes morrem logo em seguida e são dissolvidas no intestino – nada sai nas fezes.
Como o T. suis evoluiu para infectar porcos, a colonização no trato intestinal humano é limitada. Os vermes não conseguem se reproduzir e são eliminados com o tempo. Além disso, o ciclo de vida do verme requer um estágio fora do hospedeiro, sendo incapaz de infectar outros membros da família.
É um medicamento considerado seguro, sem nenhum efeito colateral. No caso de Lawrence, a melhora no comportamento começou depois de 8 semanas de tratamento. Depois da décima semana, os sintomas tinham desaparecido por completo. A narrativa dessa história pelo próprio Stewart pode ser encontrada aqui.
Os resultados promissores foram apresentados em 2007 ao FDA e deram inicio a um ensaio clínico mais completo – em andamento – que servirá para mostrar se o tratamento é realmente efetivo ou se foi apenas um caso de sorte, com alguma variável não controlada fazendo efeito na criança.
A saga desse pai e o sucesso da história traz uma perspectiva interessante para o entendimento do autismo, a “hipótese da higiene”. Segundo essa ideia, a industrialização e a falta de contato com elementos naturais acabam desestabilizando o sistema imunológico humano.
Evoluímos juntamente com nossos parasitas e assim que os eliminamos do nosso ambiente, a homeostase do nosso corpo tenta se estabilizar novamente. Durante a evolução, criamos diversas “armas imunológicas” contra esses parasitas que não estariam mais sendo utilizados no ambiente moderno.
A hipótese da coevolução é válida para a doença de Crohn, outras síndromes autoimunes como esclerose múltipla e provavelmente para alguns casos de autismo, como o de Lawrence. Ou seja, ao invés de existir “algo” no ambiente urbano que contribua para a incidência de autismo, seria mesmo a falta desse “algo”, no caso, nossos parasitas.
Acho que existe algo de muito importante nessa história. A investigação cientifica cautelosa desse e de outros casos semelhantes vai contribuir para entendermos melhor como o sistema imunológico interage com o sistema nervoso no estado normal e no estado autista.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O CAPITÃO AVAPE CONTRA O FANTASMA DO AUTISMO!!!!!





OLHA QUE MARAVILHA!!!!!
Abraço para todos!


Amanda Bueno




Este manual foi elaborado pelo Grupo de Saúde Mental da AVAPE (Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência), em parceria com o Projeto Distúrbios do Desenvolvimento do Instituto de Psicologia da USP, com o objetivo de informar e esclarecer as pessoas sobre o autismo.



Presidente da AVAPE:
Sylvia Cury
Editor de Arte:
Juarez Corrêa
juarezsbc@yahoo.com.br
Redação: 
Grupo de Saúde Mental AVAPE 
(Dr. Claudio Gomes, 
Dr. Marcio Falcão, 
Dr. Francisco Assumpção, 
Julianna Di Matteo, Roseli 
Paicheco, Simone Cucolichio, 
Carolina Padovani).
Comitê Editorial: 
Dr. Claudio Gomes, Dr. Marcio 
Falcão, Dr. Francisco Assumpção, 
Eliana Victor, Juliana Di Matteo, 
Roseli Paicheco, Simone 
Cucolichio, Carolina Padovani, 
Valquíria Barbosa, Gisele Achkar, 
Giovana Batistella.
Diagramação: 
Mariana Dahrug
Avenida Brasil, 726
Jd. América - São Paulo/SP
CEP 01430-000
Tel: (11) 3055-5000
E-mail: avape@avape.org.br
www.avape.org.br3


Era uma vez...
Uma família muito unida e amorosa. 
Todos estavam radiantes com a chegada de mais um filho.
Mas, quando nasceu, ou até os 36 meses de idade, 
o menino recebeu a visita de um terrível fantasma, 
que o brindou com três grandes dificuldades.  Elas o 
acompanhariam por toda a vida: – “Você terá problemas 
para se relacionar com outras pessoas”. “Terá dificuldades 
para se comunicar e terá atitudes esquisitas”.
Era tanta dedicação e amor, que seus pais nada 
perceberam. Até que...






 o menino foi crescendo e se mostrando...
muito solitário...
QUER SABER O RESTANTE DA HISTÓRIA?
ENTÃO ACESSE:
http://disturbiosdodesenvolvimento.yolasite.com/resources/ManualAVAPE.pdf

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O PAPEL DE PAI E MÃE Francisco Baptista Assumpção Jr*

*Psiquiatra Infantil. Professor Livre Docente pela Faculdadede Medicina da USP.


Professor Associado do Instituto de Psicologia da USP


i) NOÇÕES BÁSICAS SOBRE A CRIANÇA
Você já parou para se perguntar sobre o quanto é difícil ser pai e mãe e, em
consequência, cuidar de alguém totalmente dependente de você? Não? Então vejamos:
LEMBRE-SE: A criança é um indivíduo em uma fase mais primitiva de desenvolvimento que
as pessoas adultas e por isso, tem que ser vista a partir de sua ótica e não da ótica do
adulto, que é o responsável.  Isso porque se é viável para o adulto descer até ela, é
impossível para ela pensar como alguém adulto.
Assim, se ele tem maiores dificuldades em compreender, você não deve deixar
de conviver ou de brincar com seu filho achando que ele não entende. Pelo contrário,
favoreça esse contato.
Você pensa que seu filho não perceberá sua participação, porém ele se
beneficiará, não só socialmente, mas também pelos estímulos que ele receberá e pelos
papéis sociais que ele aprenderá com e a partir de você.
E aí vem a pergunta: todas as crianças são iguais? Claro que não! Em primeiro lugar
porque são pessoas diferentes e como tal devem ser tratadas e em segundo lugar porque
seu grau de compreensão também é diferente conforme sua idade.
Você já deve ter escutado mil coisas sobre a criança, a maior parte delas
bobagens, fruto do conhecimento vulgar, divulgadas  como se fossem verdades absolutas.
Não se preocupe muito com isso pois essas coisas costumam ter um valor muito relativo
e só interessam como curiosidade pois ter filhos não significa saber cuidar deles.
Mas, A  criança  deve  ser  vista dentro de  seu ambiente e, em consequência,
apresentar demandas diferentes que requerem atitudes e cuidados muito diferentes.
LEMBRE-SE BEM: Essas considerações são sempre gerais, não são estáticas e imutáveis
e,por isso, você não deve desanimar no que se refere ao cuidado com a criança e, muito
menos, achar que você sabe tudo uma vez que seus pais, e antes deles seus avós, já
cuidavam dos filhos. Essas considerações são sempre gerais, não são estáticas e imutáveis
e,por isso, você não deve desanimar no que se refere ao cuidado com a criança e, muito menos, achar que você sabe tudo uma vez que seus pais, e antes deles seus avós, já
cuidavam dos filhos.
Ser pai e ser mãe leva, obrigatoriamente, à reflexão constante sobre o que se faz,
como  como se faz e para quem se faz uma vez que, as crianças, como já dissemos, são
totalmente difere    diferentes umas das oudas outras...
Outra pergunta muito comum quando se refere a algum problema que a criança
apresenta é: de quem é a culpa pelo que está acontecendo? Saiba que, na maior parte das
vezes, ninguém tem culpa, e quando existe uma responsabilidade sobre o fato, essa é
familiar uma vez que existem muitos fatores que interferem no comportamento infantil.
Assim, existem condutas suas que se refletirão nas  atitudes da criança e que se
reverterão contra ela própria e contra a família.
Isso porque existem fatores que ocorrem durante a própria vida da criança
como perdas, problemas educacionais e outros que se refletem em suas condutas. Por isso,
como cuidar dela?
 Uma  criança  é um  organismo em  desenvolvimento, e  por isso,  pode ser
facilmente afetado. Assim, merece muitos cuidados.


Quando você não  souber o que fazer procure informar-se  com quem  sabe.  Um
médico  pediatra  pode  ser o profissional  mais  fácil de  ser procurado. Quando for
possível, um psicólogo ou um psiquiatra de crianças também são excelentes alternativas.
Veja, não é tão difícil pois "uma  criança" precisa de coisas que todas as
crianças precisam: afeto, carinho, atenção...
ii) A FAMÍLIA E A CRIANÇA
A família é uma organização única, célula básica da sociedade; é também uma
unidade de troca, onde os valores são amor, proteção, segurança, bens materiais e
informação.
Toda criança é produto de muitos fatores recíprocos. O sucesso da criança vai
depender do ajustamento dos pais e de suas habilidades para prover os filhos e suas
próprias necessidades pessoais.
A compreensão do potêncial de qualquer criança é função dos pais ao acompanharem seu crescimento e desenvolvimento. Cabe também aos pais a exploração das
aptidões inatas e depende da força constante e do apoio que a criança recebe seu bom
aproveitamento. Para conduzir bem esse trabalho os  pais devem reduzir ao mínimo os
conflitos emocionais pois os ajudará a aumentar a reciprocidade entre eles e a criança. Os
pais de crianças com alguma dificuldade às vezes precisam de ajuda para evitar seus
conflitos, ansiedades e frustrações.
LEMBRE-SE: O bom  ambiente  familiar  é fator  importante  no  desenvolvimento  sadio
das crianças.
A criança precisa ser socializada para não ficar em desvantagem com as
outras pessoas; nesse processo de socialização ela  deve ser olhada como um indivíduo
único. Todas as suas necessidade biológicas e psicossociais estão interligadas e sofrem
transformações à medida que criança cresce.
Sem ajuda e apoio dos pais a socialização será muito mais difícil. Para ela, o
estímulo, a motivação e o afeto dos pais é imprescindível para uma boa orientação. A criança
precisa formar um bom conceito de si mesmo, sentindo-se aceito.
O aprendizado do comportamento social adequado começa no lar, com a família,
sendo os pais os responsáveis pela educação informal. Os estímulos dados e as respostas
emitidas devem estar unidos para que o comportamento possa ser fortalecido ou
enfraquecido.
LEMBRE-SE: Confie no seu filho que ele responderá adequadamente. Todas as pessoas
respondem bem a confiança depositada nelas.
A criança precisa ser disciplinada e essa necessidade é decisiva. Esse princípio de
disciplina precisa vir dos pais. Não é bom criar o seu filho com indulgência pois este fator o
diferenciaria dos outros filhos. Para estimula-lo no seu desenvolvimento, como pessoa
independente e auto-suficiente, precisamos dar-lhe  condições para ser responsável. Como
pais, temos que preparar a criança para a sociedade competitiva.
 Os pais devem ensinar desde cedo a seus filhos o princípio da autoridade. Esse
aprendizado facilita a interrelação das pessoas, pois quando há respeito há bom
relacionamento.
LEMBRE-SE: Você  é  responsável  pelo  bom  ajustamento  de  seu  filho na  sociedade
ampla. A família não deve esquecer-se que, dependendo de sua maneira de tratá-
las, as crianças são levadas a se desvalorizarem. Depende dos pais passar a seus filhos um
bom conceito de si. Um saudável conceito de si mesmo aparecerá com certeza se a
criança tiver seu desenvolvimento encaminhado corretamente, isto é, da dependência para
uma independência cada vêz maior. Mesmo que a criança tenha problemas, suas
dificuldades serão abrandadas se for adquirindo um autoconceito favorável.
LEMBRE-SE: Ajudar a  criança a desenvolver  uma  auto-imagem favorável é decisivo para
sua vida. Colabore.
As crianças precisam ter autoconfiança e o passo inicial para isso é a sua
aceitação, da maneira como ela é, acreditando no seu valor e na sua possibilidade de
progredir. Se ela se aceitar estará facilitando a sua adaptação social. Cabe à família
ajudar as crianças a reconhecerem seu valor, fazendo-as compreender que são desejadas
e amadas. Para os pais passarem isso precisam ter claro para si, buscando aceitação do
filho como ele é, lidando com as suas limitações e  ajudando-os a conseguir o que podem
fazer. O respeito é fundamental nas relações assim  como a preocupação com os
sentimentos; a avaliação criteriosa das possibilidades levará essas crianças a terem mais
segurança no mundo. É função da  família mostrar à criança um mundo seguro.

PARA TEXTO COMPLETO ACESSE:

http://disturbiosdodesenvolvimento.yolasite.com/resources/papel_pai_e_m%C3%A3e.pdf

USP WORKSHOP DE VERÃO: Transtornos do Espectro Autista: Princípios do Diagnóstico e Intervenções

Está programado para amanhã o Iº WORKSHOP DE VERÃO do PDD - Projeto Distúrbios do Desenvolvimento com o tema:


"Transtornos do Espectro Autista: Princípios do Diagnóstico e Intervenções"

A inscrições infelizmente já estão fechadas! Eu estarei lá e trarei para nós informações "fresquinhas"!


8h00 às 8h30
I. DEFINIÇÕES ATUAIS
Letícia Amorim (Psiquiatra)


8h30 às 9h00
II. SÍNDROMES NEUROLÓGICAS ASSOCIADAS AO ESPECTRO
Cristina Pozzi (Neuropediatra)


9h00 às 9h30
III. AVALIAÇÃO PADRONIZADA
Carolina Padovani (Psicóloga)


9h30 às 10h00
Cofee Break


10h00 às 12h00
IV.INTERVENÇÔES
Marília Bernal (Terapeuta Ocupacional), Melanie Mendoza (Psicóloga),
Alessandra Freitas (Neuropediatra), Luciana Reolon (Fonoaudióloga)




Agora vamos falar um pouco sobre o PDD:


O Projeto Distúrbios do Desenvolvimento cumpre três funções básicas: a) Atendimento clínico de crianças com Transtornos do Desenvolvimento visando, não somente uma interface e um serviço à comunidade como também ter acesso a população necessária para realização de projetos de pesquisa; b) Ensino, uma vez que alguns alunos interessados e, após avaliação pelo responsável, possam participar do atendimento, sob supervisão do professor responsável auxiliado por seus orientandos; c) Pesquisa, uma vez que a área clínica requer amostras populacionais específicas, difíceis de serem localizadas. Assim sendo, e decorrente do volume de atendimento realizado anualmente, cremos que a questão do espaço passa a ser fundamental uma vez que a aquisição de material e o despertar do interesse de alguns alunos (de graduação ou de pós-graduação) demanda local específico para a sua locação.


contato: pddusp@usp.br



Equipe Clínica

                Psiquiatria da Infância: Susan Meire Mondoni, Tatiana Malheiros Assumpção
·                                 Neuropediatria: Cristina Maria Pozzi, Alessandra Freitas
·                                 Psicologia: Carolina Rabelo Padovani, Melanie Mendoza, Milena Rossetti
·                                 Terapia Ocupacional: Marília Penna Bernal
·                                 Fonoaudiologia: Luciana Reolon

Pesquisadores


·                                 Orientador: Francisco B. Assumpção Jr
·                                 Doutorado: Evelyn Kuczynski,Silvana Gaino, Cristina Maria Pozzi, Alessandra Freitas, Ida Rodrigues
·                                 Mestrado: Letícia Calmon Drummond Amorim, Marília Penna Bernal, Susan Meire Mondoni, Carolina Rabelo Padovani, Milena Rossetti, Melanie Mendoza,Tatiana Malheiros Assumpção,  Renata Toledo
·                                 Iniciação Científica: Clélia Souza, Marília Chibim Orsi

Parceiros

                              Prof. Dra. Chong Ae Kim: Médica. Professora Livre Docente e especialista em genética clínica. Chefe do Departamento do Genética do  Insituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (ICr-HC-FMUSP).
·                                 Profa. Dra. Sônia Beatriz Meyer: Psicóloga. Professora Livre Docente do Instituto de Psicologia da USP. Coordenadora do Laboratório de Terapia Comportamental (LTC)

TEMAS DE PESQUISA

 

i) Retardo Mental: cromossomopatias, doenças metabólicas, doenças genéticas
ii)Transtonos invasivos: autismo e síndrome de Asperger
iii)Transtornos específicos: distúrbios de aprendizagem, transtorno de conduta, TDAH

O PDD mantém pesquisas permanentes sobre psicopatologias da infância e adolescência.
Atualmente estamos cadastrando participantes dos seguintes grupos:
1) Síndrome de Asperger (6 a 11 anos)
2)Suspeita de Autismo (0 a 4 anos)
3)HIV + (infecção vertical, pré-natal)
4)Síndrome de Noonan
5) Cuidadores de crianças com suspeitas de abuso



Para mais informações: 
http://disturbiosdodesenvolvimento.yolasite.com/
http://www.psiquiatriainfantil.com.br/



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

4ª JORNADA ABENEPI PARANÁ - A Família Comtemporânea - 01 e 02 de Outubro





http://www.abenepipr.com.br/

Palestrantes


  • Alberto Veloso Machado
    Promotor de Justiça – PR
  • Aldira B. Muhlmann
    Psicopedagoga – PR
  • Ana Carla Harmatiuk Matos
    Advogada - PR
     
  • Denize Regina Detzel Bernert
    Psicóloga – PR
  • Eliete Santos Antunes
    Psicoterapeuta – PR
  • Francisco B. Assumpção Jr.
    Psiquiatra – SP
  • Gustavo Doria
    Psiquiatra – PR
  • Hamilton Grabowski
    Psiquiatra – PR
  • Ivana Rippel Hauer
    Bióloga – PR
  • Jaqueline Busatto
    Psicóloga – PR
  • José Outeiral
    Psiquiatra – RS
  • Jussara Maria Leal de Meirelles
    Procuradora Federal - PR
  • Luci Pfeiffer
    Pediatra - PR
  • Luciane Bortoleto
    Juíza de Direito - PR
  • Marcos Alves da Silva
    Advogado - PR
  • Maria Elizabeth Nickel Haro  
  • Maria da Graça Saldanha Padilha
    Psicóloga – PR
  • Milton Magnabosco
    Psicólogo - PR

  • Miriam Adelman
    Socióloga – PR
  • Neidemar José Fachinetto
    Promotor de Justiça – RS
  • Paula Inez Cunha Gomide
    Psicóloga – PR
  • Salmo Raskin
    Geneticista - PR
  • Sérgio Antonio Antoniuk
    Neuropediatra – PR
  • Sergio Rocca
    Psiquiatra – PR
  • Silvana Maria Carbonera
    Advogada – PR
  • Toni Reis
    Presidente da Associação ABGLT - PR

01/OUT/2010 - Sexta-feira

07:30 Abertura secretaria
08:00 Mesa 1
Adoção
Fala 01: Os transtornos mentais em crianças odotadas
Francisco B. Assumpção Jr - Psiquiatra - SP
Fala 02: A Experiência da Adoção
Eliete Santos Antunes - Psicoterapeuta - PR
Fala 03: O Sentido e o Alcance da Reforma do Estatuto Jurídico da Adoção
Marcos Alves da Silva - Advogado - PR
09:15 Perguntas
10:00 Coffe Break
10:30 Mesa 2
Homossexualidade
Fala 01: União homoafetiva e direitos fundamentais
Ana Carla Harmatiuk Matos - Advogada - PR
Fala 02: Desafios, Avanços e Perspectivas da Comunidade LGBT no Brasil.
Toni Reis - Presidente da Associação ABGLT - PR
Fala 03: "De perto, ninguém é normal": sexualidade, política e cultura
Miriam Adelman - Socióloga - PR
11:45 Perguntas
12:30 RODA DE CONVERSA Exclusivo para associados ABENEPI
Infância, adolescência e contemporaneidade
José Outeiral - Psiquiatra - RS
13:20 Almoço
14:00 Mesa 3
Casais em separação
Fala 01: Os transtornos mentais nos pais
Hamilton Grabowski - Psiquiatra - PR
Fala 02: A guarda compartilhada
Silvana Maria Carbonera - Advogada - PR
Fala 03: Alienação parental.
Denize Regina Detzel Bernert - Psicóloga - PR
15:15 Perguntas
16:00 Intervalo
16:30 Mesa 4
A Família e o conflito com a lei
Fala 01 : Experiência e resultados de pesquisa da família do adolescente em conflito com a lei
Gustavo Doria - Psiquiatra - PR
Fala 02: " Violência intrafamiliar: a atuação do Poder Judiciário e a interdisciplinaridade"
Luciane Bortoleto - Juiza de Direito - PR
Fala: 03 Do comportamento Anti-social ao Comportamento Moral
Paula Inez Cunha Gomide - Psicóloga - PR
17:45 Perguntas
Abertura
19:30
Dr. Francisco B. Assumpção Jr. - Psiquiatra - SP e Dr. Neidemar José Fachinetto Promotor De Justiça – Rs

COQUETEL

02/OUT/2010 - Sábado

07:30 Abertura secretaria
08:00 Mesa 5
A vida escolar e a família
Fala: 01 O discurso escola família
Aldira B. Muhlmann - Psicopedagoga - PR
Fala: 02 Inclusão escolar:
Maria Elizabeth Nickel Haro - Psicóloga - PR
Fala 03: Os limites da responsabilidade dos pais/escola
Jussara Meirelles - Procuradora Federal - PR
09:15 Perguntas
10:00 Coffe Break
10:30 Mesa 6
Abuso
Fala 01: O que o direito considera abuso na infância
Alberto Velloso Machado - Promotor de Justiça - PR
Fala 02: Marcas da violência
Luci Pfeiffer - Pediatra - PRr
Fala 03: Qual o ambiente favorável para abuso?
Maria da Graça Saldanha Padilha - Psicóloga - PR
11:45 Perguntas
12:30 CONFERÊNCIA A des-invenção da infância
José Outeiral - Psiquiatra - Rs
13:20 Almoço
14:00 Mesa 7
Fertilização
Questões éticas e emocionais no casal em tratamento de reprodução assistida.
Ivana Rippel Hauer - Bióloga - PR
Jaqueline Busatto - Psicóloga - PR
Salmo Raskin - Geneticista - PR
15:15 Perguntas
16:00 Intervalo
16:30 Mesa 8
Multimídia e Família
Fala 01: Cyber Bulling
Sérgio Antoniuk - Neuropediatra - PR
Fala 02: Jovens, Família e Multimídia
Sergio Rocca - Psiquiatra - PR
Fala 03: Multimídia e criança uma relação delicada
Milton Magnabosco - Psicólogo - PR
17:45 Perguntas
19:30 ENCERAMENTO


Local: UniBrasil
Endereço: Rua Konrad Adenauer, 442
Bairro: Tarumã
Cep: 82821-020
Cidade: Curitiba
Estado: Paraná
País: Brasil
Mapa: Clique aqui


No local**

PROFISSIONAL ESTUDANTES
/RESIDENTES*
Associados ABENEPI Quites: R$ 150,00 R$ 130,00
NÃO ASSOCIADO: R$ 210,00 R$ 190,00
Taxa p/ Associar-se + Jornada: R$ 230,00 R$ 180,00


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